terça-feira, 16 de junho de 2009

Supere-se

A cada momento somos desafiados e cada desafio gera em nós uma perseverança que resulta em conquistas cada vez maiores!

A adversidade faz você questionar suas limitações.

Aí está o maravilhoso espetáculo da vida!


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sexta-feira, 5 de junho de 2009

Apaixone-se

Agora, um vídeo especial para todas vocês! Porque motivação faz parte né?! =)

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Grande bjuuu!

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Vitamina D


A vitamina D é conhecida como a vitamina da luz solar porque a modesta exposição à luz solar normalmente é suficiente para a maioria das pessoas produzir vitamina D, utilizando a luz ultravioleta e o colesterol da pele. Como a vitamina D pode ser produzida pelo corpo, possui alvos específicos e não tem que ser fornecida pela dieta, ela pode ser definida como hormônio e normalmente atua como um hormônio esteróide.

A vitamina D da dieta é incorporada com outros lipídeos nas micelas e absorvida com os lipídeos no intestino por difusão passiva. Dentro das células absortivas, a vitamina D é incorporada nos quilomícrons, entra no sistema linfático e subsequentemente no plasma, onde é liberado para o fígado ou para as proteínas específicas ligantes de vitamina D (PLD), ou transcalciferrina. A eficiência desse processo de absorção parece ser de aproximadamente 50%. A vitamina D sintetizada na pele a partir do colesetrol entra no sistema capilar e é transportada por PLD. A vitamina D ligada a PLD é liberada nos tecidos periféricos. Um pequena parte da vitamina D é armazenada no fígado.

Dentro das funções mais bem compreendidas da vitamina D a manutenção da homeostase de cálcio e fósforo é a mais encontrada, a qual ela pode afetar de três modos principais. Primeiro, pela expressão genética, o calcitriol no intestino delgado intensifica o transporte ativo de cálcio através do intestino, o que estimula a ´síntese de proteínas ligantes de cálcio na borda em escova da mucosa intestinal. Essas proteínas aumentam então a absorção de cálcio. ( A vitamina D também pode aumentar a absorção de cálcio em um mecanismo separado não relacionado à expressão genética. Esse mecanismo aparentemente funciona pela abertura dos canais de cálcio ativados por voltagem.)

Toxicidade da Vitamina A


O uso de grandes doses persistentes de vitamina A (mais de 100 vezes a quantidade necessária) supera a capacidade do fígado de armazenar a vitamina, poduzindo intoxicação e, eventualmente, levando à doença hepática. Esta intoxicação é marcada pelos altos níveis plasmáticos de ésteres de retinil associados a lipoproteínas. A hipervitaminose A em seres humanos é caracterizada por alterações na pele e membranas mucosas. Os lábios secos (quelite) são um primeiro sinal, seguido de secura da mucosa nasal e dos olhos; os sinais mais avançados estão: secura, eritema, descamação e esfoliação da pele, queda de cabelo e fragilidade das unhas.

Recentemente, maior incidências de fraturas no quadril foi encontrada em mulheres com ingestões de 2.000mg/dia de retinol em comparação ao consumo de 500mg. As mulheres que tomavam suplementos tinham um aumento de 40% no risco de fratura de quadril.

A hipervitaminose A pode ser induziada por doses únicas de retinol acima de 200mg em adultos ou acima de 100mg em crianças. A hipervitaminose A crônica pode resultar de ingestões crônicas (uso incorreto de suplementos) maior que pelo menos 10 vezes a ingestão adequada.

Os retinóides podem ser tóxicos para embriões expostos por via materna. Isso é perticularmente verdadeiro para o ácido 13-cis-retinóico, uma forma muito eficaz no tratamento da acne cística grave, mas pode causar malformações craniofaciais, do sistema nervoso central, cardiovasculares e tímicas no feto. As mulheres grávidas são aconselhadas a não excederem as 3.000mg/dia de vitamina A.

As toxicidades de carotenóides são baixas e as ingestões diárias de até 30mg de betacaroteno não possuem efeitos colaterais além do acúmulo do carotenóide na pele, com consequente amarelamento. A hipercarotenodermia pode ser diferenciada da icterícia, popis a primeira envolve apenas a pele, deixando a esclera (branco do olho) clara. A hipercarotenodermia é reversível ao cessar as ingestões excessivas de caroteno.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Deficiência de Vitamina A


As deficiências primárias de vitamina A resultam de ingestão inadequadas de vitamina A pré-formada ou carotenóides provitamina A. As deficiências secundárias podem resultar de má absorção causada por ingestão insuficiente de gordura, insuficiência biliar ou pancreática e transporte prejudicado por desnutrição, doença hepática, ou deficiência de zinco.

A deficiência de vitamina A é a causa mais significante de cegueira nos países em desenvolvimento e estima-se que 250 milhões de crianças estão em risco. Anualmente ocorrem entre 250.000 e 500.000 casos de cegueira por vitamina A.

Um dos primeiros sintomas da deficiência de vitamina A é a visão prejudicada pela perda de pigmentos visuais. Isto se manifesta clinicamente como cegueira noturna ou nictalopia.


Subsequente, a deficiência de vitamina A leva a falhas nas funções sistêmicas, caracterizadas por desenvolvimento embrionário comprometido, espermatogênese alterada ou aborto espontâneo, anemia, imunocompetência prejudicada e menos osteoclastos. A deficiência de vitamina A também leva à queratinização das membranas mucosas que revestem o trato respiratório, trato gastrointestinal, canal urinário, pele, epitélio e olho. Clinicamente estas condições se manifestam como crescimento prejudicado, cegueira causada por xeroftalmia, ulceração da córnea ou oclusão dos forames óticos por crescimento excessivo do crânio.


Tal deficiência produz alterações características na textura da pele envolvendo hiperqueratose folicular (frinodermia). O bloqueio dos folículos pilosos com tampões de queratina causa a característica de "pele de galinha" ou "pele de sapo" e a pele se torna seca, escamosa e áspera. A deficiência também leva a alterações em certos aspectos da imunidade mediada por células, aumentando basicamente o risco de infecção, em particular das infecções respiratórias.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Vitamina A

A vitamina A possui papéis essenciais porém distintos na visão e várias funções sitstêmicas, incluindo a diferenciação celular normal e a função na superfície celular (por exemplo, reconhecimento celular), crescimento e desenvolvimento, nas funções imunológicas e reprodução.
Apesar das funções sistêmicas da vitamina A estarem longe de serem completamente compreendidas, podem ser separadasem duas categorias principais. Primeiro, a vitamina A (especificamente o ác. retinóiaco) atua como um hormônio para afetar a expressão genética. E o segundo papel envolve a síntese de glicoproteínas, as quais são importantes para as funções normais de superfície celular tais como agregação e reconhecimento celulares.

A vitaminha A também é essencial para a reprodução (retinol), desenvolvimento e função óssea bem como funcionamento do sistema imnológico normais.

Para homens adultos, entre 19 e 30 anos a recomendação é de 900mg/dia e para mulheres da mesma faita etária, a recomendação é de 700mg/dia.

A vitamina A pré-formada é encontrada apenas em alimentos de origem animal, seja em áreas de armazenamento como o fígado, ou associada à gordura do leite e ovos. Concentrações muito altas de vitamina A são encontradas no óleo de fígado de bacalhau. Os carotenóides provitamina A são encontrados em vegetais folhosos verde-escuros, nos vegetais e frutas amarelo-alaranjados; as cores mais escuras estão associados à níveis mais altos de carotenóides. Em grande parte do mundo os carotenóides fornecem a maior parte da vitamina A da dieta. Em muitos desses alimentos a biodisponibilidade da vitamina A é limitada pela ligação dos carotenóides às proteínas, mas isso pode ser resolvido pelo cozimento, que rompe a associação da proteína e liberta o carotenóide.

Na próxima postagem estarei falando sobre a deficiência e toxicidade da vitamina A.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Vitaminas





Como agora temos um mooonte de estágio para fazer.... é hora de recordar.... =)


Eventualmente, o termo vitamina veio para descrever um grupo de micronutrientes essenciais que geralmente apresentam os seguintes critérios:


  • Componentes orgânicos (ou uma classe de componentes) distintos das gorduras, carboidratos e proteínas.
  • Componentes naturais dos alimentos, usualmente encontrado em quantidades mínimas.
  • Não sintetizado pelo corpo em quantidades adequadas para atingis as necessidades fisiológicas normais.
  • Essencial, mas também usualmente em quantidades mínimas, para a função fisiológica normal, isto é, para a manutenção, crescimento, desenvolvimento e reprodução.
  • Por sua ausência ou subutilização, causa uma síndrome de deficeência específica.

Apesar das vitaminas possuirem grandes similaridades químicas, as suas funções metabólicas podem ser classificadas em quatro grupos gerais:






  1. Estabilizadores de membrana;

  2. Doadores e receptores de hidrogênio (H+) e elétrons (e-);

  3. Hormônios;

  4. e coenzimas.


Quanto a solubilidade, as vitaminas são classificadas em dois grupos: as lipossolúveis (A, D, E e K) e as vitaminas hidrossolúveis (ácido ascórbico, tiamina, riboflavina, niacina, piridoxina, biotina, ácido pantotênico, folato e cobalamina).



As vitaminas lipossolúveis são geralmente absorvidas passivamente e devem ser transportadas com o lipídeo da dieta. Tendem a ser encontradas nas porções lipídicas da célula tais como membranas e gotículas de lipídeos. As vitaminas hidrossolúveis são absrovidas por mecanismos passivo e ativo, transportadas por carreadores e não são armazenadas em quantidades apreciáveis no corpo. As vitaminas lipossolúveis são geralmente excretadas com as fezes através da circulação êntero- hepática, enquanto as vitaminas hidrossolúveis ou os seus metabólitos são excretados na urina.

sábado, 31 de janeiro de 2009

Fatores que afetam a digestão



A aparência, o cheiro e o sabor do alimento, além dos estados emocionais, causam impacto sobre a digestão. A visão, o cheiro, o sabor e até pensar no alimento aumentam a secreção de hormônios, fluidos e enzimas GI e também a atividade muscular do trato gastrointestinal. Após a ingestão do alimento, os produtos digestivos então disparam os mecanismos de retroalimentação para inibir a atividade GI e limitar a ingestão de alimentos. As emoções de medo, raiva e preocupação estimulam o hipotálamo a ativar o sistema nervoso autônomo, que então deprime as secreções, inibe o peristalatismo e torna mais lenta a propulsão do alimento pelo aumento do tônus do esfíncter. Os odores fortes, os estímulos nocivos e as emoções muito fortes podem induzir náusea, vômito ou até mesmo diarréia.


Um bom cozimento, especialmente a altas temperaturas por períodos prolongados pode destruir vários nutrientes, tais como o ácido ascórbico e o folato, porém em geral, o alimento apropriadamente cozido é mais digerível do que um alimento cru. Com alguns tipos de cozimento, as reações químicas entre os alimentos e as secreções do sistema digestivo afetam a digestão. Por exemplo, a acroleína, um produto de decomposição provocado por alimentos fritos em temperaturas excessivamente altas, retarda o fluxo de sucos digestivos. Os extratos de carne, por outro lado, estimulam secreções, hormônios e enzimas digestivas.



Notavelmente, o trato GI humano é realmente muito eficiente! Possui mecanismos auto-reguladores consideráveis para coordenar as funções digestiva, imunológica, secretória e absortiva.


Vamos cuidar do nosso intestino, pois a saúde intestinal se reflete em todo o organismo e precisa ser tratada com atenção.


Para saber mais sobre alimentação e nutrição, clique aqui!!

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Saúde Intestinal

Aí está o vídeo prometido! É um vídeo muito legal. Mostra o intestino em vários estados.


Recomendo que só assista quem tem o estômago forte.


É um pouco chocante em algumas partes mas é bom vermos pois assim podemos entender a importância de um intestino saudável e a importância de uma alimentação balanceada para a saúde.


Vamos lá!!

Ahh.... desconsiderem algumas coisas que ele fala como o chouchou tá? rsrsrs.... vai entender né... e tbm algumas recomedações que ele dá no final.

Agora sim, um, dois, três e PlAy!



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Para saber mais sobre alimentação, nutrição e para ter acesso à ótimas receitas que podem ajudar no funcionamento do intestino, acesse o Portal Nutrição em Foco.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Ação bacteriana no intestino

*** Genteee vcs andam lendo as postagens no blog da ju? Noossaaa é o maior barato!!! rsrsrsrs... vale demais ler!! Me divirto!! rsrs... ****









Para fazer a postagem de hoje estive estudando sobre a ação bacteriana no intestino. Assunto muito interessante principalmente porque vai mudando de acordo com a fase da vida.


A microflora intestinal constinui uma comunidade complexa na qual centenas de espécies foram identificadas. No nascimento, o trato gastrointestinal é essencialmente estéril porém, a implantação de vários organismos logo ocorre. Os organismos Lactobacillus são os componentes principais da flora do trato GI até que o bebê começe a consumir alimentos sólidos. A Escherichia coli então se torna predominante no íleo distal.


Normalmente, ocorre pouca ação bacteriana no estômago porque o ácido hidroclorídrico é um agente germicida. Entretanto, as condições marcadas pela secreção aumentada de ácido hidroclorídrico podem diminuir a resistência à ação bacteriana, ocasionalmente levando à inflamação da mucosa gástrica (gastrite).



A ação bacteriana é mais intensa no intestino grosso. As bactérias colônicas contribuem para a formação de gases e ácidos orgânicos. As grandes mudanças na composição da dieta podem alterar a flora fecal porém, a resposta depende da flora original do hospedeiro e da nova dieta. O consumo aumentado de pré-biótico, o qual pode incluir certos açúcares, amido resistente e fibra da dieta, podem levar ao aumento da massa bacteriana benéfica (bifidobactérias e lactobacilos). Uma dieta com baixo teor de fibras baseada principalmente em carnes, gorduras e carboidratos altamente digeríveis resulta em uma proporção maior de bactérias "putrefativas" tais como clostrídios e E. coli. Os alimentos probióticos contêm concentrações significantes de bactérias consideradas saudáveis ou protetoras contra organismos patogênicos e doenças e podem também alterar a flora intestinal em níveis variáveis.

Na próxima postagem estarei colocando um vídeo muito muito interessante sobre saúde intestinal! Confiram! =)

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Êh vocação...


Bem, dentro do campo belíssimo que é a nutrição tem várias coisas que me encantam! Uma delas diz respeito a minha postagem anterior que é o trabalho com as pessoas da melhor idade! E hoje vou passar algumas dicas dentro de outra área que me fascina.... nutrição materno-infantil!

Acaba que se formos analisar bem são áreas que possuem mts coisas em comum não é? e ao mesmo tempo possuem as suas particularidades. Ahhh gente, cá pra nós, são duas fases tão bonitas na vida de um ser humano... realmente o suporte nutricional nas duas é indispensável! e pra isso eis-me aqui!! =D

Engraçado que para muitas coisas, com o passar do tempo, vemos que temos vocação não é verdade? A vocação é uma junção da sua personalidade com os seus conhecimentos adquiridos durante a vida, com as experiências, estudos, e com as pessoas que estão perto de nós! As minhas vocações eu vou ir demonstrando aos poucos com as postagens aqui no blog. Como a ju mesmo disse, acredito que a minha paciência e tranquildade me ajudam a trabalhar com esse público... rsrsrs


Agora, por fim, vou passar algumas dicas muito importantes para a alimentação de crianças menores de dois anos. Estas informações são baseadas no Guia alimentar feito pelo Ministério da Saúde para está faixa etária. Tudo isso fica mais interessante ainda pelo guia ter sido feito diante da realidade e da cultura do povo brasileiro o que dá à ele uma maior facilidade em sua prática.
Então, vamos lá, hoje vou falar dos fatores que afetam a ingestão dos alimentos complementares.
Muitas vezes as mães reclamam que a criança não quer comer ou está com falta de apetite (anorexia). Através de estudos pôde-se comprovar que o relato de anorexia em crianças aumenta de acordo com o passar dos meses, e além da idade, esta anorexia também está relacionada à presença de febre, diarréia e infecções respiratórias, com um menor consumo de leite materno e com o crescimento deficiente. Várias causas, além das doenças infecciosas, tem sido apontadas para a anorexia, dietas monótonas, deficiência de micronutrientes - sobretudo o ferro e o zinco - e verminoses.
O manejo da criança anoréxica deve fazer parte de qualquer programa de educação nutricional que vise promover uma alimentação adequada para crianças pequenas. Elas precisam ser alimentadas sob supervisão e muitas precisam ser encorajadas a comer, principalmente as que estão anoréxicas.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Nutrição e envelhecimento


Nesta semana li um artigo muito interessante sobre avaliação nutricional e envelhecimento no endereço http://www.nutricaoemfoco.com.br/pt-br/site.php?secao=down-artcient-idosos&pub=1364idosos&pub=1364 e fiquei mt empolgada lendo porque admiro as mudanças que ocorrem no indivíduo com o passar dos anos. Neste artigo vi o quão importante é considerar as alterações fisiológicas, processos patológicos crônicos e situações individuais que ocorrem com o envelhecimento para assim ter um bom diagnóstico que possibilite uma intervenção nutricional de sucesso!! É mt legal mesmo! Aborda os principais sinais clínicos, composição corporal, distribuição da gordura corporal, alterações nos tecidos de elasticidade e compressibilidade, dentre outras coisas. O trabalho com o público da terceira idade é muito importante pois é uma fase da vida onde tudo se transforma e para manter um bom nível de qualidade de vida deve-se considerar cada uma dessas mudanças, desde a mudança no paladar até a condição social que eles passam a ter.
Espero que vcs também aproveitem e deêm uma olhadinha, vale a pena hein!!! =)


Grande bjuuu pra todas!!!

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

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